TITULO
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Ordenação de Bento XVIhref=”http://diocesedeitapipoca.org.br/amontada/wp-content/uploads/2011/12/DSC03539.jpg”>
DADOS BIOGRÁFICOS
Manuel Sérgio Farias, 9º filho de Genésio Ribei
Casou no dia 09 de dezembro de 1978 Na Paróquia N. Sra. de Fátima em Fortaleza com Maria das Graças Chaves Farias (Idalene) com quem tem seis filhos e uma neta.
Concluiu o curso de medicina na Universidade Federal do Ceará em 20 de julho de 1979. E Em Agosto do mesmo ano veio morar em Itapipoca onde começou a trabalhar no Hospital São Vicente de Paula – S.Camilo, no Ipec, no INSS, Postos de Saúde da Família do município de Itapipoca e, Hospital Vida. Atualmente está aposentado do INSS, presta serviço como médico auditor da Prefeitura municipal de Itapajé e da Prefeitura Municipal de Trairí.
Além do trabalho Profissional:
Vivenciou o primeiro Encontro de Casais da paróquia N.sra das Mercês em 1983;Foi casal diocesano do ECC e Pastoral Familiar simultaneamente de 1989 -1998
Co-fundador do Lar Sagrada Família 1993;
Ministro da Eucaristia desde 1993;
Formou-se em Teologia pelo Instituto Teológico e Pastoral de Itapipoca em 1999;
Co-Fundador da Casa de Nazaré 2000
Campanha reconstruindo à casa da mãe
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A campanha reconstruindo a casa da mãe será lançada dia 12 de março, ela será lançada com uma celebração eucarística e para isso colocaram vários tipos de arrecadações da comunidade
empresários—————————————————–R$ 200.00
Aposentados—————————————————-R$ 10.00
Professores —————————————————-R$ 20.00
Pastorais ——————————————————–R$ 5.00
Estudantes —————————————————–R$ 1.00
Se você se sentiu sensibilizado com esta campanha e quiser doar procure a coordenação da campanha ou os padres desta paróquia ou entre em contato neste blog . Que Nossa Senhora Imaculada Conceição abençoe e vos guarde de qualquer mal.
Campanha Recostruindo à Casa da Mãe
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Com a finalidade de restaurar a Igreja em sua arquitetura original lançamos desde setembro de 2009 essa campanha. Caso você queira contribuir conosco entre em contato pelo e-mail secretariamont@hotmail.com ou pamontada@bol.com.br e pelo telefone (88) 3636-1160 ajuda-nos e divulga . Obrigado.
Dogma da Imaculada Conceição de Maria
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1. O dogma da Imaculada Conceição, proclamado em 8 de dezembro de 1854 por Pio IX (Bula “Ineffabilis Deus”), declara a santidade da Virgem Santa Maria desde o primeiro momento da sua existência, desde a sua Conceição, ou seja, que ela foi preservada desde sempre da mácula do pecado original, no qual nascem todos os filhos de Adão. Enquanto estes estão privados da graça divina, a Virgem Maria foi toda pura, santa e imaculada desde o início da sua vida. Esta foi desde sempre a convicção profunda da Igreja, que viu na Virgem Maria a ‘Nova Eva’ (Sto. Irineu).
2. Apesar da sua reconhecida devoção a Nossa Senhora, homens como S. Bernardo, Sto. Alberto Magno, S. Boaventura e S. Tomás tiveram dificuldade em admitir a Imaculada Conceição, porque difícil de conciliar com o dogma da universalidade da Redenção. Proclamar a Imaculada Conceição parecia implicar retirar a Virgem Maria da órbita da Redenção em Jesus Cristo, a qual, por ser necessária e absoluta, era tão universal como o pecado original. Se a Virgem Maria não estivesse incluída no número dos que contraíam o pecado de Adão, ficava então igualmente excluída da redenção, e esta não seria universal, pois não abrangeria todos os descendentes de Adão. Perante esta alternativa, foram como que obrigados a negar o privilégio de Maria até ser possível conciliá-lo com o dogma da universalidade da redenção em Cristo.
3. A solução do problema foi dada pelo beato Duns Escoto (séc. XIV), segundo o qual a Imaculada Conceição não exclui a Virgem Maria da redenção, porque ela foi preventivamente redimida pelo seu próprio Filho. Ela foi antecipadamente redimida e por conseguinte preparada para a sua divina maternidade. Esta explicação acabou por ser recebida na teologia e nas declarações do magistério.
4. Como todos os dogmas, também a ‘Imaculada Conceição’ foi a solene proclamação da fé do povo de Deus, do sentir da Igreja, do que nós poderíamos chamar a ‘devoção popular’. A ‘Imaculada Conceição’ caracteriza o catolicismo em Portugal, tendo sido sob esta invocação Nossa Senhora proclamada por D. João IV Rainha e Padroeira de Portugal, no dia 25 de Março de 1646, título que nenhum regime, mesmo o republicano e o que surgiu de Abril de 1974, foi capaz de abolir. Na Universidade de Coimbra, ela é a Padroeira, ainda hoje, e houve tempos em que defender esta verdade da fé era título de honra e compromisso de todo o lente daquela Universidade! Mas que significa para nós hoje este admirável mistério?
5. O dogma da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria foi a solene confirmação do mistério central da fé. A Virgem Maria foi pensada por Deus como a mediadora do mistério da Encarnação. Porque chamada a ser a mediadora deste mistério, a Virgem Maria não podia ser pensada senão como a primeira totalmente redimida, e como a primeira redimida é que ela concebeu sem pecado o Filho de Deus, porque sem pecado foi concebida. Ao acolher a Palavra do Anjo, a Virgem Maria permitiu que a Palavra eterna de Deus assumisse a carne do pecado e por causa desta assunção ela foi previamente redimida pelo seu próprio Filho. Por ela o Verbo de Deus entra na história, inaugurando o tempo da Graça e da Liberdade dos filhos de Deus. A Virgem Maria abriu a porta do mundo para o Advento do Deus redentor, na carne da humanidade. Ela é por excelência a primeira na ordem da Redenção. O dogma da Imaculada Conceição proclama que Ela, desde o início do seu ser, não foi apenas envolvida pelo mistério da Graça da redenção prometida, mas a primeira redimida pelo seu Filho que ia gerar; este dogma toca, portanto, no centro do mistério da Redenção. A ‘Imaculada Conceição’ mostra a Virgem Maria como a primeira na ordem da Redenção, Redenção esta que não pode acontecer sem ela. Sem a Imaculada Conceição da Virgem Maria não seria pensável a redenção, como vitória divinizante da natureza humana sobre o pecado do mundo.
6. A Virgem Maria é a primeira redimida: depois dela e por meio dela, todos são chamados a participar na vitória da redenção, através do batismo, pelo qual o homem é regenerado, e chamado também a ser santo e imaculado na presença de Deus. A Imaculada Conceição eleva a Virgem Maria ao paradigma da antropologia cristã. Ela manifesta de um modo eminente a transfiguração do homem que se opera pela participação no mistério de Cristo, com o qual, por graça, o homem é chamado a configurar-se. A Imaculada Conceição da Virgem Maria revela a ontológica transfiguração do ser e da existência na relação com o Verbo de Deus encarnado. Paradigma da antropologia cristã, a Imaculada Conceição é o caso eminente da redenção pela graça, a que ela corresponde, na plena liberdade do ‘ecce ancilla’, no mistério da Anunciação. Não apenas do ‘homem novo’, mas também da Igreja. Mariano, com certeza, o dogma da ‘Imaculada Conceição’ é também eclesial, porque nela se espelha o que é o mistério da Igreja a qual, tendo na Virgem Imaculada a sua figura excelsa (cf. LG 53; 63), é também santa e imaculada, Mãe e Virgem puríssima dos seus filhos gerados nas águas do batismo. Por isso, com o pensamento na ‘Imaculada Conceição’, a Igreja e todos os fiéis exultam de alegria, talvez como em nenhum outro dia, porque aí está o exemplo das maravilhas de Deus na história, do que Ele pode fazer na Igreja e na vida de cada fiel; como a Virgem Santa Maria, se cada um se colocar na mesma atitude de filial obediência e de amor, naquele cujo Nome é grande e que grandes coisas realizou na sua humilde serva! Bem-aventurada a nação que se honra por tê-la como Mãe e Padroeira!
Fonte: Universo Católico